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Lá vem textão (ou não)!

Eu não quero nem saber o quanto clichê isso parece às pessoas, porque sinto cada vez mais, que preciso de um espaço bem “Alinístico” para trabalhar.

Então, quem vem até aqui pode esperar acidez, ironia, sarcasmo, ansiedade, choro, surtos misturados com devaneios, egocentricidade e por quê não um carinho?

Pensei e repensei inúmeras vezes sobre o que trazer de conteúdo para essa nova empreitada. Seria algo mais profissional? Vou monetizar? (Sim! Precisamos falar sobre isso).

Questionamentos respondidos, decidi que vou falar do que eu quiser, mas sempre relacionado a mim. Como o renascimento de um diário.

Beirando meus 44 anos, nunca tive um blog, vlog e sei lá mais quantos nomes essas coisas tiveram, no mundo digital. Por isso, chegou a hora de carimbar meu passaporte cringe e tocar o foda-se pro achismo alheio.

Só quero um cantinho para chamar de meu e vomitar pensamentos sem regras ortográficas e gramaticais (duvido que eu vá conseguir).

E que cantinho seria esse, da Aline, se não, regado de muito texto e conversa?

Cheguei a fazer uma espécie de enquete para descobrir qual tema desejariam ler pelas minhas mãos. Só que a galera estava mais indecisa do que eu.

Sendo assim, trarei de tudo um pouco (eu avisei que era clichê) e você vai ficando se gostar. E vai chamando mais gente para bisbilhotar também.

Ass.: Aline.

Carioca, publicitária, design, escritora, consultora editorial, filha, irmã, esposa e mãe de 3.